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Foto em destaque: Camille Guffroy na LLTQ.

A estréia da temporada mostra Mary, Rainha da Escócia, determinada a vingar a morte de Lola (os fãs ainda não superaram sua decapitação chocante no final da 3º temporada), e mais tarde, os telespectadores terão respostas sobre Leith, cujo destino foi deixado ambíguo.

EW: Quando vimos Mary no fim da terceira temporada, ela estava determinada a pegar o trono de Elizabeth. O que você pode falar sobre o que ela está fazendo na estréia da 4º temporada?

ADELAIDE KANE: Nós deixamos um tom ameaçador naquele penhasco. Estava congelando naquele dia e nevou muito inesperadamente. E então Mary promete vingar a morte de Lola. Ela quer saber a verdade: quem estava por trás disso, se era uma facção protestante, se era uma artimanha para botar Elizabeth e Mary uma contra a outra, se era Elizabeth. Isso se torna um mistério muito importante para o primeiro episódio. E então, claro, Mary precisa encontrar um novo pretendente, um novo marido para garantir seu reinado e sua reivindicação para o trono inglês. Elizabeth vai tentar sabotar qualquer tentativa que Mary fizer para casar com o membro de uma poderosa família nobre, que pode ameaçar seu próprio reinado na Inglaterra.

E ela vai ter dois maridos nesta temporada, Lord Darnley e Bothwell.

Sim, definitivamente é uma temporada muito voltada para a ação, o que eu acho bem apropriado considerando que estamos de volta na Escócia. Chegamos a conhecer Lorde Darnley e Lorde Bothwell, historicamente o segundo e o terceiro marido de Mary, interpretados pelo adorável Will Kemp como Lorde Darnley e Adam Croasdell como Lorde Bothwell. São ambos atores maravilhosos e homens terrivelmente bonitos, então não há queixas sobre isso. Will será introduzido em algum ponto da 4 ª temporada e você começa a ver a jornada deles juntos e ver se podem encontrar algum tipo de conexão romântica além da político, porque ele é um nobre muito poderoso inglês (então Elizabeth é bastante oposta à aliança com Mary). E eles têm de superar essas provações durante o cortejo.

Você pode falar sobre esses dois homens, o que é bom neles, e como são diferentes?

Em termos de caráter, temos Lorde Darnley: ele é poderoso, bonito, encantador, um pouco de encrenca, e inesperadamente vulnerável e inseguro. Sua fome de poder coincide com a de Mary de maneiras que tanto são complementares quanto criam conflito entre eles. Há inegável química, mas Mary não vai dar o poder dela para ninguém, e isso se torna uma verdadeira disputa entre os dois, onde ele sente essa necessidade de validação e quer intervir. A pressão do governo escocês para ter um líder homem ao invés de uma mulher torna-se bem divisiva também. Toda a relação deles durante a 4 ª temporada é fascinante e carregada com uma energia positiva e negativa, se é que me entende.

Lorde Darnley.

Bothwell é um clássico homem sem princípios com coração de ouro. Muito masculino, patriota e leal a Mary como rainha, a conexão e química entre eles lentamente se torna mais aparente para eles. Ele é um amigo primeiro e, em seguida, algo se desenvolve a partir disso, especialmente como a relação dela com Darnley se torna cada vez mais difícil. Bothwell se torna uma ponto em que ela pode se apoiar. A força inabalável dele e a fé nela é algo que realmente os vincula pela temporada.

Parece que com Lorde Darnley foi um casamento infeliz. Isso vai ser refletido em Reign ou vão tomar liberdades e torná-lo feliz?

O relacionamento é muito complicado, há química lá, há atração, mas há também muito conflito e luta por poder no relacionamento. Lord Darnley, sendo um homem e um lorde inglês poderoso, não quer ficar atrás de sua pretendente/esposa, mesmo que seja a rainha da Escócia. Sua fome por poder (e por poder sobre ela, em particular) e a falta de vontade dela de dar isso ele, querendo permanecer no controle da Escócia, da Corte e da vida dela, vira um problema sério de discórdia entre os dois e cria uma situação muito difícil para Mary.

No último episódio da temporada passada, o destino de Leith ficou ambíguo. Parece que ele pode ter morrido ou não. Você pode falar algo sobre o que está aconteceu com ele?

Cena de Leith esfaqueado.

Claude fica muito obcecada e presa à noção de que talvez Leith ainda esteja vivo. Ela ainda tem fé de que ele sobreviveu de alguma forma, e isso é algo que será respondido ao longo da temporada, se ele ou não ele sobreviveu sua provação.

Que outros choques podemos esperar?

Certamente haverão algumas reviravoltas, traições inesperadas, todas essas coisas boas que fazemos nas temporadas. Posso dizer que Greer sobrevive. Ela tem a cabeça cortada. Não mataremos a minha última dama, felizmente. Ela é a última que sobrou, a corajosa Greer, no fim de tudo. Haverá algumas coisas muito horríveis na temporada, embora as piores coisas aconteçam com os vilões, é claro.

  
Como é estar na última temporada?

Nós não tínhamos certeza se essa seria a nossa última temporada ou não, houve uma conversa contínua sobre isso com Laurie McCarthy e os escritores. Então eles criaram dois finais diferentes, só por segurança, um final da temporada e um final da série. Nos disseram [que essa seria a última temporada] bem antes de começarmos a filmar o último episódio e continuamos para o fim da série. [Os escritores] se esforçaram muito e realmente souberam exatamente como finalizar com uma sensação de encerramento e força, amarrando pontas soltas. Acho que fizeram um trabalho incrível.

Terminar o show foi muito agridoce. Quatro anos da minha vida, o trabalho mais formativo da minha carreira até o momento. E nós realmente tínhamos uma família bem unida quando terminamos. Felizmente, eles nos notificaram que oa série foi cancelada uma semana antes de terminar as gravações, por isso estávamos todos muito gratos com a semana que passamos com nossa família. Metade deles estão em Los Angeles: eu vejo Rachel regularmente, vejo Torrance, Jonathan,Will e Ben [Aldridge].

Grande parte do elenco está em Los Angeles

Há amizades que formamos durante a gravação da série que vai durar para a vida inteira. Você não poderia sonhar com uma situação tão ideal, onde todo mundo está disponível pra sair e se divertir e estar lá para você e apoiar uns aos outros, tanto pessoalmente e no trabalho. Tivemos muita sorte.

Você tem um momento favorito da 4º temporada?

Muitos. Sinto que não posso dizer o preferido porque é spoiler, embora não seja realmente spoiler…é histórico. Eu realmente adoro bebês e pude segurar um. Pude brincar com um bebê no set. Esperei quatro anos para que Mary tivesse seu própriobebê para que eu pudesse apertar um bebê adorável, sonolento, irritadinho, com barulhinhos. Então definitivamente minha parte favorita da temporada foi poder trabalhar com um bebê. Muitos de meus amigos não tem crianças e eu entendo totalmente, mas sou uma daquelas mulheres que adora crianças. Adoro eles. Eu não quero tê-los por uma década, mas sou obcecado com crianças. Todos os meus primos estão tendo bebês. Vou para casa todo Natal quase que só para ver os filhos de meus primos e todos os bebês que estão nascendo a cada ano.

Fonte: Entertainment Weekly

Baixe a Legenda feita por nossa equipe em conjunto com a equipe Addy Kane Brasil nos links abaixo:

Legendas.tvOpenSubtitles

O arquivo da legenda está sob a licença Creative Commons Atribuição, Não Comercial, Compartilhamento Igual 4.0 (CC BY-NC-SA 4.0)

 

 

Nos anos finais da Idade Média a Europa desenvolveu-se comercial e economicamente, isso fez com que aumentasse a circulação de moedas, já que durante o período feudal elas eram escassas. Sendo assim, a posse de terras deixou de ser a única fonte de riqueza, dando lugar ao dinheiro em espécie, proveniente das trocas comerciais.

Os reis, antes figuras ilustres, porém com o poder restringido pela nobreza, passaram a ser figura importante na época moderna (também chamada Idade Moderna), pois eles não mais estavam “ofuscados” pelos nobres. Essa alavancada do poder se deu através da formação de exércitos permanentes, pago com dinheiro, vindos através dos impostos pagos pela burguesia. Os monarcas interessados cada vez mais em arrecadar impostos e aumentar seu poder, criaram leis favoráveis aos burgueses (comerciantes e banqueiros).

Ao contrário da descentralização política que ocorria no Feudalismo, O Estado moderno era marcado por uma forte centralização política na figura do rei. A esse regime de governo deu-se o nome de Absolutismo.

Fonte: Royal Museums Greenwich

Absolutismo inglês: “a era elisabetana”

Elizabeth I era filha de Ana Bolena, a segunda das seis esposas de Henrique VIII e foi coroada em 15 de janeiro de 1559, após a morte de sua meia-irmã, Mary Tudor. A rainha fortaleceu a obra de seu pai (enfraquecida após as perseguições religiosas promovidas por Mary Tudor), restaurando o poder da Igreja Anglicana e fortalecendo o poder real.

Elizabeth e seu pai Henry na série “The Tudors”

Em seu governo, Elizabeth I promoveu o crescimento manufatureiro e agrícola, ampliou a indústria naval, expandiu a atuação inglesa no comércio exterior, incentivou as artes e a literatura (vide algumas obras de Shakespeare) e iniciou o período da expansão marítima inglesa na América do Norte.

Em um dos períodos mais delicados do reinado de Elizabeth I, ela enfrentou a pressão dos católicos e o rei espanhol Filipe II, em um conflito motivado por questões religiosas e políticas. A Inglaterra como nação protestante se opusera ao catolicismo e Filipe II usou a execução de Mary Stuart como pretexto para iniciar uma guerra contra os ingleses, pois os católicos queriam que o rei espanhol reivindicasse o trono inglês, já que ele foi casado com Mary Tudor (meia-irmã de Elizabeth). O conflito foi desastroso para os espanhóis, que possuíam, até então a mais poderosa Marinha da Europa (também conhecida como a “Invencível Armada”), e foram derrotados pela Marinha inglesa que pôs fim a invencibilidade da Marinha espanhola (é bem verdade que a derrota espanhola se deu mais por conta das questões climáticas desfavoráveis, do que pelo êxito dos ingleses, mas como diz Catherine de Medici: “História é escrita pelos sobreviventes”).

A imagem demonstra a batalha em alto-mar travada entre ingleses e espanhóis.


(Fonte: www.museudeimagens.com.br/armada-espanhola/)


Durante o reinado de Elizabeth I – também conhecido como “a Era de Ouro inglesa”, a rainha promoveu diversas mudanças que posteriormente levariam a Inglaterra à um patamar de potência europeia. Os ingleses conquistaram diversas colônias além-mar, que serviam tanto para enviar matéria-prima, quanto para consumir seus produtos manufaturados. Após os investimentos na indústria naval, os britânicos passaram a intermediar o tráfico de escravos entre África e América, gerando imensos lucros à Inglaterra.

Elizabeth I foi a última monarca da dinastia Tudor a reinar a Inglaterra, pois ela não se casou e também não deixou herdeiros. Seu sucessor foi James I, filho de sua prima Mary Stuart.

Indicação de Leitura pra quem se interessa pela temática do Absolutismo:

• Thomas Hobbes – Leviatã
• Nicolau Maquiavel – O príncipe
• Jean Bodin – República

Fontes:

tudorbrasil.com/
VAINFAS, Ronaldo; FARIA, Sheila de Castro; FERREIRA, Jorge; SANTOS, Georgina dos.. História. vol 1. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2013.

Texto: Caroline Barbosa Ananias, Portal Reign Brasil